Seja Bem Vindo ao Mundo do Jonan Britto



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

GIRÂNDOLAS DE MIRITI



Brinquedos de Miriti são tema central de exposição
O universo da produção dos brinquedos de miriti será o tema principal da exposição “Girândolas de miritis”, que vai ser apresentada na Galeria de Arte “Graça Landeira”, na Universidade da Amazônia (UNAMA), no período de 5 de dezembro de 2011 até 28 de janeiro de 2012 . O projeto tem curadoria do artista visual Emanuel Franco e conta com a participação de oito artesãos do município de Abaetetuba, que produziram brinquedos de miritis a serem expostos em painéis na Galeria. A exposição fará parte da programação cultural de encerramento do semestre letivo da Universidade e das atividades do Núcleo Cultural da instituição no exercício 2011.
A curadoria da mostra selecionou os tipos mais comuns de brinquedos, os quais vêm se destacando como ícones de todo um conjunto que, a cada ano, associa-se aos festejos do Círio de Nazaré, como a cobra, o tatu, as pombinhas, o casal de dançarinos, a roda gigante, as embarcações regionais entre outros. Além dos brinquedos no seu formato conclusivo, a exposição levará ao conhecimento do publico visitante os processos de criação dos mesmos, desde os cortes nos braços da folha do miriti até as técnicas de modelagem e pintura.
O projeto “Girândolas de miriti” já foi exibido em outubro deste ano no Espaço Cultural Banco da Amazônia, dentro da pauta de exposições de artes visuais patrocinada pelo Banco, e fez parte do projeto alusivo aos festejos do Círio de Nazaré que é realizado anualmente pela Instituição. A remontagem da mostra na Galeria de Arte “Graça Landeira” é uma proposta de extensão a outros espaços de Belém e mantém integralmente os elementos visuais apresentados na primeira versão da mostra.
Durante o período da exposição também será projetado o documentário e vídeo de animação “MIRITIS” de Andrei Miralha, que faz alusão a esse universo de produção artesanal e os textos do romance “Girandolas”, de Daniel da Rocha Leite completarão o visual da exposição. O design gráfico é do arquiteto Vitor Blanco.

Galeria de Arte Graça Landeira – UNAMAAv Alcindo Cacela, 297 – Umarizal
Abertura: 05 de dezembro
segunda a sexta, das 9h às 12h e 15h às 21h
sábados das 8h às 12h
Informações: 55 91 8179-5444 (Emanuel Franco)
e-mail: galeria@unama.br
PRETÉRITO IMPERFEITO
Flávya Mutran



Flavya Mutran apresenta fotografias produzidas a partir de álbuns de redes sociais
Exposição “PRETÉRITO IMPERFEITO DE TERRITÓRIOS MÓVEIS” abre no próximo dia 08/11
Diante da profusão de imagens em redes sociais, como Orkut, Facebook, Twitter, Youtube, e diante ainda de uma variedade de dispositivos que possibilitam a alteração dessas imagens, a fotógrafa Flavya Mutran iniciou experimentações a partir da apropriação de fotografias criadas por internautas e postadas em álbuns digitais. Para isso utilizou projeção em espelhos, vidros e paredes, em que a imagem original se dilui e se transforma em outra fotografia. Com curadoria de Vânia Leal, as obras serão mostradas na exposição “PRETÉRITO IMPERFEITO DE TERRITÓRIOS MÓVEIS”, que abre no próximo dia 08/11, terça-feira às 19h, no Banco da Amazônia, em Belém. A entrada é franca. A exposição foi contemplada pelo Edital de Patrocínio do referido banco.
São aproximadamente 60 obras em suportes e tamanhos variados que misturam imagens feitas com base nas diferentes maneiras de explorar fotograficamente o rosto ou até mesmo a ausência dele, em três séries distintas: EGOSHOT, BIOSHOT e THERE’S NO PLACE LIKE 127.0.0.1, elencadas de acordo com as formas do internauta se autorrepresentar na web. Para compô-las, a fotógrafa passou a selecionar imagens de ambientes virtuais de forma aleatória, mas que remetiam de alguma forma à maneira que ela mesma gosta de fotografar, pensando “se eu estivesse nesse lugar faria uma foto do mesmo jeito”, diz. As imagens também foram feitas com o mesmo procedimento: longas tomadas e velocidades muito baixas para fotografar.
Na série “EGOSHOT”, concebida a partir dos Daily Videos – espécie de animações audiovisuais feitas com autorretratos diários de internautas postadas geralmente no Youtube –, Flavya apresenta o rosto alheio a partir do seu ponto de vista, colocando frente a frente o seu proprio rosto diante do autorretrato de desconhecidos.. “Fiz fotos durante a exibição desses vídeos, que duram em média dois minutos, no máximo oito minutos. Daí eu fotografo essas exibições com longos tempos de exposição, a maioria determinada pelo tempo que dura o vídeo, por isso a imagem aparece borrada, sobreposta”, explica a fotógrafa.  A escolha por autorretratos aconteceu no decorrer da pesquisa, já que não é difícil perceber que nos álbuns de redes sociais é o “eu” que ocupa o centro das atenções. O resultado das imagens desta série são retratos em preto e branco de grande formato de rostos de “célebres anônimos” que circulam na web.
Junto a cada foto há uma espécie de “atalho” para os vídeos que deram origem à série, no formato QR-CODE que armazena o link de cada imagem. Para vê-los será preciso estar conectado à internet através de algum dispositivo móvel ou celular com acesso 3G que tenha instalado o programa de leitura dos QR-CODEs, também disponíveis gratuitamente na internet em vários sites. Para saber mais acesse http://territoriosmoveis.wordpress.com e saiba mais como e quais programas baixar para seu celular.
Já na série “BIOSHOT” são apresentadas fotografias distintas da própria autora encaixados em outros rostos, como uma composição autobiográfica. Flavya Mutran explica que essa série é relacionada ao retrato clássico de documento e às possibilidades de ficção, com imagens feitas através de dispositivos como o yearsbookyourself, ou similares para i-Phone que criam aquelas famosas moldurinhas de rosto em preto e branco. “Exponho o poder de ficcionalização histórica da fotografia. A série é composta de 52 autorretratos do meu rosto em espelhos que misturam sexos, raças e códigos visuais que vão de 1950 aos anos 2000”, diz.
Para finalizar, em “THERE’S NO PLACE LIKE 127.0.0.1”, Flavya aborda o corpo como lugar, como o verdadeiro território da mobilidade. “A frase que nomeia as imagens desta série representa muito da postura do internauta e sua relação com o lugar. É através do localhost (127.0.0.1), ou IP local dos computadores, que o internauta estabelece uma espécie de lugar utópico, como um intervalo no tempo e no espaço, em que realidade e ficção são projeções invertidas de uma mesma imagem”, explica. A série é composta de fragmentos visuais desses ambientes, em imagens coloridas de grande formato, feitas a partir de projeções para além dos monitores RGB, em superfícies de espelhos, paredes, portas, escadas e páginas de livros.



A curadora Vânia Leal destaca que o constante interesse de Flavya Mutran pela pesquisa de imagens, sob a perspectiva fotográfica, fez com que a autora se aproximasse cada vez mais de temas em que a tecnologia não é o principal, mas o conceito por trás de práticas contemporâneas de utilização da imagem. “Embora as fotografias remetam à tecnologia, por estarem imbuídas por processos de alteração de fotografias em redes sociais, o que ela apreende são imagens como territórios moventes, que se dá com uma interferência social e denuncia um momento incontrolável de agoras”, analisa a curadora.
Durante a abertura da exposição será também lançado o catálogo – com distribuição gratuita – com as obras reunidas e textos informativos. Esse material é importante para o registro da pesquisa e da arte, além de ser ainda uma contribuição para a memória e circulação de informações sobre a produção artística regional. No dia 17/11, a partir das 19h, a artista realizará ainda um bate-papo em parceria com a curadora, também no Espaço Cultural Banco da Amazônia, para um relato de todas as fases de produção de “PRETÉRITO IMPERFEITO DE TERRITÓRIOS MÓVEIS”, desde a concepção até a realização das Mostras, em Porto Alegre e em Belém. A entrada será também é gratuita.

O projeto tem sido exposto e apresentado em outras capitais brasileiras desde 2009, data do inicio da pesquisa, que levou dois anos para ser concluída. Foi apresentada em encontros em Pelotas/RS,Cachoeira/BA, Rio de Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Fortaleza/CE etc, e trazer a exposição para cá foi, aliás é uma honra e uma alegria enorme para mim. A primeira versão da Mostra foi apresentada em março/abril na galeria Xico Stockinger, MAC-RS, na Casa de Cultura Mario Quintana, e agora uma nova versão chega a Belém. Paralelo ao evento, em parceria com a Associação Fotoativa, acontecerá uma oficina sobre os procedimentos de trabalhos da pesquisa.

Espaço Cultural Banco da Amazônia
Av. Presidente Vargas, 800 – térreo,
Vernissage: 08 de novembro, às 18h
Visita: De 09/11 à 09/12
De segunda-feira à sexta-feira, das 9h às 17h
Mais informações: 55 91 4008-2869 / 4008-3193
EM UM LUGAR QUALQUER – OUTEIRO



O artista paraense Dirceu Maués apresenta sua primeira exposição individual na capital federal com a videoinstalação “Em um lugar qualquer – Outeiro”. A abertura da mostra foi na última quinta-feira, 24, na Galeria Fayga Ostrower, no Complexo Cultural da Funarte, em Brasília. A visitação poderá ser feita até 25 de dezembro. O projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2011, para ocupação do espaço. A entrada é franca.

“Em um lugar qualquer – Outeiro” é uma instalação com vídeos, feitos a partir da animação de fotografias com câmeras pinhole, construídas com caixinhas de fósforo. As câmeras não possuem visor nem lente, apenas um pequeno furo de agulha, por onde a luz penetra. Para a mostra foram construídas mais de 150 câmeras, que captaram mais de 4 mil imagens. O trabalho é composto de seis vídeos que, juntos, formam uma visão panorâmica, de 360 graus, da praia de Outeiro, em Belém do Pará.

Dirceu Maués começou sua pesquisa construindo suas primeiras câmeras pinhole, em 2003. Desde então, já realizou várias exposições, no Brasil e no exterior. Sua obra estimula o debate sobre a utilização dos aparatos tecnológicos, principalmente daqueles ligados à produção de imagens. Maués subverte a ideia de tempo, de cada momento registrados nas fotografias, e aposta no acaso, ao permitir um tempo mais longo para a captura da imagem.
Fonte: PORTAL CULTURA

Galeria Fayga Ostrower - Complexo Cultural Funarte
Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural
Entre a Torre de TV e o Centro de Convenções – Brasília (DF)
Visitação: 25 de novembro a 25 de dezembro
das 9 às 21h (segunda-feira a domingo)

Entrada Franca

Oficina de câmeras artesanais
Data: 05 a 09 de dezembro
Horário: Das 10h às 13h
Local: Centro Cultural Casa das Artes
Asa Norte SCLN 102 – BLOCO C – Subsolo
Informações: 3031-6615
Inscrições gratuitas - vagas limitadas
PALHAÇADAS DE QUINTA

Os PALHAÇOS TROVADORES são um grupo de teatro atuante na cidade de Belém do Pará, há treze anos.  Trabalha com a linguagem do clown (palhaço), aliada a elementos dos folguedos populares da região (bois, quadrilhas, pastorinhas), criando espetáculos coloridos e alegres, que valorizam a arte e cultura local: suas festas, danças, poesias e canções.

Alguns espetáculos utilizam elementos poéticos e estruturais dos folguedos, por isso são apresentados em seus períodos festivos, obedecendo ao calendário dessas festas: Quadra Carnavalesca, Quadra Junina, Quadra Nazarena, Quadra Natalina. Outros são mais livres, podem ser apresentados em qualquer época, utilizando apenas alguns elementos estruturais e expressivos dos folguedos, como a apresentação em cortejo, as canções e as trovas. Estas, por sinal, são elementos poéticos constantes no trabalho do grupo, daí seu nome.
No ano de 2010, o grupo passou a desenvolver o projeto Palhaçadas de Quinta, realizado na última quinta-feira de cada mês, onde são apresentadas ao público cenas curtas de palhaços, cenas essas do próprio grupo e de atores convidados, os quais já desenvolvem a linguagem do palhaço. O projeto tem, em média, uma duração de 01h e 20min. E, ao final, o público paga quanto puder e quiser.
O objetivo dos Palhaços Trovadores por meio do Palhaçadas de Quinta é: garantir a divulgação da arte do palhaço enquanto linguagem significativa no campo das artes cênicas; potencializar o espaço da casa como um território de teatro que possibilita a troca de experiências artísticas com outros atores-palhaços e o exercício da referida linguagem; e a formação de platéia.
Já participaram do projeto grupos como: ProCura (da UFPa); Entreatos; Meias Trocadas (grupo de palhaças); além de alunos da Escola de Teatro e Dança da UFPa; Márcio Libar (RJ); Luciano Bortoluzzi (Trio Pirathiny); e outros atores-palhaços. Desde 2010, já houve 8 (oito) edições do projeto, com uma estimativa de público entre 20 a 70 pessoas. 
No mês de dezembro, estaremos comemorando o aniversário de 13 anos do grupo (completados no dia 08/11), por isso o Palhaçadas de Quinta será realizado somente com cenas do próprio grupo e acontecerá dia 01/12/11, às 20h, na Casa dos Palhaços.

Casa dos Palhaços
Tv. Piedade, 533 (esquina com a Tiradentes)
Quinta-feira, às 20h
Tels: 3086- 6424/ 8147- 2327/ 8326- 4060
Pague o quanto voce achar que deve
ANDRÉ INVISIVEL(Projeto para publicação de livro)
Dand M.

Apresentação
 O estado do Pará é reduto de poetas, intelectuais e escritores notáveis, como Bruno de Menezes, Ruy Barata e Dalcídio Jurandir, culminando na exuberância de Max Martins – para citar alguns.
De uma geração posterior e dono de um estilo próprio, o refinado poeta Dand M. traz pronta a obra experimental ANDREINVISIVEL como belo exemplo de um livro em prosa poética que por si justifica a execução desse projeto – valorizando ainda mais o efervescente panorama cultural paraense.
O projeto ANDREINVISIVEL consiste na impressão, lançamento e divulgação nacional de um livro inédito de Dand M.
Precisamos do apoio coletivo para publicação do livro André Invisível. Para participar tem que entrar no site eupatrocino.com.br e dar o seu apoio livre de cota.

O Analfabeto
A palavra come de si: pasto, dicionário
metal da língua
vazia de conteúdo
mas
oh!
tão repleta de luz
que o poema – rês assimilada
separa em vidro e sílabas.
(A palavra, ao homem roubado, rumina.)
Dand M.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

NOITES COM SOL

De 28 a 30 de novembro acontece em Belém o II Noites com Sol, festival de música e cinema. Durante três dias o Teatro Maria Silvia Nunes da Estação das Docas contará com dias inteiros de programação cultural: mostra infanto-juvenil pela manhã, exibições de curtas-metragens e mostra comentada de filmes e documentários locais à tarde, e apresentações musicais à noite.
Floresta Sonora, Felipe Cordeiro e a banda Soatá, de Brasília, são algumas das bandas da nova cena musical paraense e brasileira que se apresentam no II Noites com Sol. Além de filmes e música, o evento também premia, na noite do dia 30, a criatividade de talentos locais nas áreas da fotografia e audiovisual, nas categorias melhor curta documentário e em mídia móvel, Prêmio Fox de melhor curta ficção e Prêmio Ná Figueiredo de melhor videoclipe.
As inscrições para a mostra competitiva estão abertas até o dia 25 e serão realizadas pelo site do evento (noitescomsol.com/premiacao.php).
Teatro Maria Sylvia Nunes
Estação das Docas
Av. Boulevard Castilho França, S/N - Campina.
dias 28, 29 e 30 de novembro
Telefone: (91) 3212-5525
www.estacaodasdocas.com.br.

Entrada Franca
AÇÃO ENTRE AMIGOS
(Refrigerando o espetáculo)

obra: Geraldo Teixeira (saiba + sobre ele aqui)
Com a finalidade de refrigerar a Casa dos Palhaços, que em determinadas épocas do ano a sala de espetáculos e o camarim ficam muito quentes, dificultando o trabalho dos artistas e o conforto da platéia, os Palhaços Trovadores estão fazendo uma rifa no valor de 10 reais, de uma obra de Geraldo Teixeira, doada por este grande artista paraense, para este fim. O cartão pode ser adquirido com qualquer Trovador. Valor estimado da obra: R$ 1.500,00.
O sorteio será realizado no dia 03 de dezembro, dia da festa
de aniversário de
13 anos dos
Palhaços Trovadores.

Informações: 8827-7338 (Marton Maués)
Fone da Casa dos Palhaços: 3086-6424
Caos e Efeito
Mostra lança um olhar abrangente sobre
a produção nacional no campo das artes visuais
.


Uma nova maneira de ver e pensar a vida e a arte contemporâneas brasileiras. A exposição Caos e Efeito, em cartaz no Itaú Cultural a partir de 23 de outubro, explora temáticas que serão abordadas nesta década que se encerra em 2020. A intenção é lançar um olhar abrangente sobre a produção nacional no campo das artes visuais e trazer à tona temas imersos nas questões – e inquietações – do mundo atual.
A mostra abriga, nos três andares expositivos do Itaú Cultural, aproximadamente 150 obras – entre pinturas, fotografias, instalações e vídeos – de 81 artistas. Os trabalhos foram escolhidos e organizados por cinco curadores – Fernando Cocchiarale, Lauro Cavalcanti, Moacir dos Anjos, Paulo Herkenhoff e Tadeu Chiarelli – que foram selecionados após uma pesquisa realizada pelo Centro de Documentação e Referência do Itaú Cultural, que levantou os dez nomes que mais participaram de exposições na última década. Desses, cinco foram convidados para realizar Caos e Efeito.
Fernando Cocchiarale – em cocuradoria de Pedro França – demonstra em seu recorte curatorial a crítica embutida nos processos de concepção, produção da obra e sua inserção no sistema artístico. O curador Lauro Cavalcanti e o cocurador Felipe Scovino optaram por contextualizar, historicamente, a construção de uma linguagem artística brasileira, cosmopolita e internacional.
Moacir dos Anjos, em parceria com a cocuradora Kiki Mazzucchelli, selecionou obras que enfatizam o cotidiano, rompendo hierarquias entre o terreno da produção artística e o âmbito em que se desenrola a vida comum. A tênue linha entre o documental e o ficcional é o fio condutor da curadoria de Tadeu Chiarelli, com assistência curatorial de Luiza Proença e Roberto Winter.
Por último, Paulo Herkenhoff e os cocuradores Cayo Honorato, Clarissa Diniz e Orlando Maneschy propõem um estado de “não pureza conceitual”, na qual se pode apontar nos trabalhos apresentados algumas perspectivas em comum, como a “libido intratável”, a ”deposição do sujeito como lugar de poder” e a “violentação política da violência”.
Artistas paraenses convidados:
Berna Reale, Victor De La Rocque, Alberto Bitar, Armando Queiroz
Exposição Caos e Efeito
Itaú Cultural – Pisos 1, -1 e -2  

Avenida Paulista 149 – Paraíso [próximo à Estação Brigadeiro do Metrô]
domingo 23 de outubro a sexta 23 de dezembro de 2011
Entrada Franca
OFICINA DE CIRCO

Em parceria com a FUNARTE, o Instituto de Artes do Pará realizará uma oficina circense para o desenvolvimento de habilidades, realizando acrobacias aéreas e de solo, pernas de pau e malabares.
Jovens e adultos, profissionais e amadores, poderão inscrever-se para aperfeiçoarem-se e capacitarem-se dentro das noções de Circo num curso de 20h aula, com as técnicas da mestranda em artes Virgínia Abasto, compartilhando conhecimentos sobre preparação física e trabalho corporal nos aparelhos, além disso, também complementarão o ensino das habilidades circenses com material bibliográfico e infográfico. O treinamento consiste no repasso de técnicas de consciência corporal e preparo para a pratica de habilidades.
Com esta iniciativa, o Instituto de Artes do Pará retomará a pratica das artes do Circo como forma de expressão da cultura regional e nacional, visando antes de tudo capacitação de artistas profissionais e amadores como potenciais multiplicadores das artes do Picadeiro.
A alegria e magia do circo vão tomar conta do IAP nos dias 28, 29, 30 de Novembro e 1 e 2 de Dezembro.
IAP - Instituto de Artes do Pará          
Praça Justo Chermont, nº 236
(ao lado da Basílica)
Dias 28, 29, 30/11 e 01, 02/12, das 16h às 20h
Inscrições: Gerência Geral de Artes Cênicas e Musicais do IAP
Tel: 55 91 4006-2920 - Site: iap.pa.gov.br/iap

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Promoção de Natal


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Interessados deixe seu E-Mail como comentário.

Promoção válida até 10 de dezembro. Aproveite!